O julgamento dos acusados pela morte da cantora gospel Sara Freitas entrou no segundo dia nesta quarta-feira (25), no fórum de Dias d’Ávila, na Região Metropolitana de Salvador. A sessão foi retomada pela manhã, após avançar durante a madrugada com a oitiva das testemunhas.
Três réus estão no banco dos acusados: Ederlan Santos Mariano, apontado como mandante e ex-marido da vítima, além de Weslen Pablo Correia de Jesus, conhecido como bispo Zadoque, e Victor Gabriel Oliveira Neves. Eles respondem por feminicídio com agravantes, além de ocultação de cadáver e associação criminosa.
O processo reúne um conjunto de provas que, segundo o Ministério Público da Bahia, comprova a participação dos envolvidos no crime. A investigação indica que Ederlan teria encomendado a morte, enquanto Gideão Duarte de Lima, já condenado anteriormente, levou a cantora até o local. Victor teria imobilizado a vítima, e Weslen executado o ataque.
A acusação espera uma nova condenação no caso. Em etapa anterior, Gideão foi sentenciado a mais de 20 anos de prisão por envolvimento no crime.
Familiares da vítima acompanham o julgamento e demonstram confiança no desfecho. A mãe da cantora, Dolores Freitas, afirmou acreditar que os responsáveis serão punidos.
Sara Freitas foi assassinada em outubro de 2023, após ser atraída sob o pretexto de participar de um evento religioso. O corpo foi encontrado posteriormente no município onde ocorre o julgamento.







