O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) autorizou a nomeação de mais 303 aprovados para as vagas extras da primeira edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU), realizado em 2024.
As autorizações foram publicadas em três portarias do MGI no Diário Oficial da União desta terça-feira (18) e contemplam diversos órgãos da administração pública federal.
As novas nomeações se destinam ao:
- Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa);
- Ministério da Saúde;
- Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Público (MGI);
- Fundação dos Povos Indígenas (Funai), vinculada ao Ministério dos Povos Indígenas;
- Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), vinculado ao Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO).
Com a publicação, o próximo passo é a nomeação pelos respectivos órgãos. No entanto, o processo depende da existência de vagas na data da posse e da comprovação de adequação orçamentária e financeira, conforme as diretrizes legais. A medida garante que o reforço no quadro de pessoal seja compatível com a sustentabilidade fiscal do Estado, assegurando que o governo federal tenha orçamento para pagar os salários.
Além disso, cada pasta deverá checar a documentação e a obediência dos requisitos por parte dos aprovados para garantir a nomeação somente daqueles que cumprirem todas as exigências.
O Concurso Unificado
A primeira edição do CPNU ofertou, inicialmente, 6.640 vagas em 21 órgãos públicos federais, divididas em oito blocos temáticos, com oportunidades para níveis médio e superior. O modelo foi inovador ao permitir que o candidato concorresse a mais de um cargo dentro do mesmo eixo temático com uma única inscrição, o que aumentou as chances de aprovação. No momento da inscrição, os candidatos indicaram sua ordem de preferência para os cargos do bloco escolhido.
As provas foram aplicadas simultaneamente em agosto de 2024 em 228 cidades de todo o Brasil, reduzindo a necessidade de grandes deslocamentos para os candidatos, que puderam fazer a prova em até 100 km do local de residência. O modelo tornou a participação mais democrática e acessível.







