A pasta de amendoim ganhou espaço nas prateleiras e nas redes sociais como uma opção nutritiva, prática e saborosa. Rica em gorduras boas, proteínas e fibras, ela virou presença constante no cardápio de quem busca uma alimentação equilibrada. Mas fica o alerta: o consumo diário — principalmente em excesso — pode trazer mais riscos do que benefícios.
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Além de ser calórica, a pasta de amendoim é um alimento naturalmente suscetível à contaminação por aflatoxinas, substâncias tóxicas produzidas por fungos que se desenvolvem em grãos armazenados de forma inadequada. Classificadas como potencialmente cancerígenas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), essas toxinas podem se acumular no organismo e causar danos ao fígado a longo prazo.
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Outro ponto de atenção é o potencial alergênico. O amendoim está entre os alimentos que mais causam reações alérgicas no mundo, podendo desencadear desde quadros leves, como coceiras e desconforto gastrointestinal, até reações graves, como anafilaxia. Mesmo quem não tem alergia diagnosticada pode apresentar sensibilidade ao consumo frequente.
A saúde intestinal também pode ser impactada negativamente. O excesso de gorduras e a baixa variedade alimentar quando se consome muito a pasta de amendoim podem alterar o equilíbrio da microbiota intestinal. Isso pode resultar em inchaço, má digestão e desequilíbrios no trato gastrointestinal.
Por fim, vale lembrar que muitas versões industrializadas contêm açúcares, óleos vegetais e aditivos, que comprometem ainda mais a qualidade do produto. A recomendação é consumir com moderação, optar por versões 100% naturais e alternar com outras fontes de gordura saudável, como castanhas, sementes, abacate e azeite de oliva.
(*) Juliana Andrade é nutricionista formada pela UnB e pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional. Escreve sobre alimentação, saúde e estilo de vida







