O presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou, nesta quinta-feira (25), a abertura de um processo interno na Controladoria-Geral da União (CGU) para responsabilizar e expulsar do serviço público federal um servidor acusado de agredir uma mulher e uma criança no Distrito Federal.
A decisão foi anunciada após a circulação de imagens da agressão nas redes sociais. Em publicação, Lula afirmou que o combate ao feminicídio e a toda forma de violência contra mulheres é uma prioridade do governo e classificou o episódio como uma “agressão covarde” e “inadmissível”.
“Não vamos fechar os olhos aos agressores de mulheres e crianças estejam eles onde estiverem, ocupem as posições que ocuparem. Um servidor público deve ser um exemplo de conduta dentro e fora do local de trabalho”, escreveu o presidente.
Nas últimas semanas, Lula tem reforçado o enfrentamento à violência contra a mulher como uma das pautas centrais do governo. Na quarta-feira (24), em pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão, afirmou que o tema será prioridade em 2026 e deve ser um compromisso coletivo, especialmente dos homens.
“Vou liderar um grande esforço nacional envolvendo ministérios, instituições e toda a sociedade brasileira. Nós que somos homens devemos fazer um compromisso de alma. Em nome de tudo que é mais sagrado, seja um aliado”, declarou.







