A Caixa Econômica Federal realiza nesta segunda-feira (23) o pagamento da parcela de junho do Bolsa Família para os beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 5.
O valor mínimo do benefício é de R$ 600, mas com os adicionais o valor médio pago neste mês sobe para R$ 666,01. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, o programa atenderá 20,49 milhões de famílias em junho, com um investimento total de R$ 13,63 bilhões.
Além do valor base, o programa contempla três adicionais:
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R$ 150 para famílias com crianças de até 6 anos;
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R$ 50 para famílias com gestantes ou filhos entre 7 e 18 anos;
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R$ 50 para mães de bebês de até seis meses (Benefício Variável Familiar Nutriz).
Os pagamentos seguem o calendário tradicional, que contempla os últimos dez dias úteis de cada mês. Beneficiários podem consultar o valor, a composição das parcelas e as datas por meio do aplicativo Caixa Tem.
Em junho, moradores de 30 municípios afetados por desastres climáticos ou em situação de vulnerabilidade indígena receberam o pagamento antecipado, independentemente do número final do NIS. Os estados contemplados são: Alagoas, Amazonas, Paraná, Roraima, São Paulo (Diadema) e Sergipe. A lista completa das cidades está disponível no site do Ministério.
A regra de proteção, criada em junho de 2023, permite que famílias que melhorarem a renda continuem recebendo 50% do valor do benefício por até dois anos — agora reduzido para um ano, a partir de junho de 2025. Neste mês, 3,02 milhões de famílias estão incluídas nessa regra. O benefício médio para esse grupo foi de R$ 365,04.
Auxílio Gás
Também nesta segunda (23), será pago o Auxílio Gás para famílias com NIS final 5. O valor permanece em R$ 108, equivalente a 100% do preço médio nacional do botijão de 13 kg.
O programa, com duração prevista até dezembro de 2026, atende 5,36 milhões de famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico). Para receber, é necessário que a família tenha ao menos um integrante beneficiário do Benefício de Prestação Continuada (BPC). Mulheres chefes de família e vítimas de violência doméstica têm prioridade.







