A Bahia figura entre os destaques no pilar “Economia” do Índice Brasileiro de Inovação e Desenvolvimento (IBID), que avalia fatores como crédito, investimento e setores produtivos. O estado ocupa a 9ª posição em “Investimento” e a 7ª em “Indústria, Comércio e Serviços”, evidenciando a força de setores relevantes para sua economia.
O subíndice “Economia” do IBID reúne dez indicadores distribuídos em três dimensões: Crédito, Investimento e Indústria, Comércio e Serviços. Ele mede desde a disponibilidade de financiamento até a vitalidade de setores produtivos.
Entre os estados líderes, alguns apresentam fragilidades. Minas Gerais, 5º colocado no pilar, aparece apenas em 9º em crédito e 11º em investimento. Já o Rio de Janeiro, 7º colocado, amarga a 26ª posição em crédito, considerado um desempenho crítico. O Rio Grande do Sul também aparece abaixo da média em investimento, em 10º lugar.
O Distrito Federal registra os piores resultados: último em crédito (27º) e penúltimo em investimento. O desempenho reflete a concentração da economia na administração pública e as limitações territoriais para diversificação produtiva.
Na outra ponta, estados como Goiás (6º) e Mato Grosso (8º) são impulsionados pelas boas colocações em crédito e investimento. Mato Grosso do Sul (11º), Tocantins (13º) e Rondônia (17º) também se destacam positivamente em crédito, enquanto Pará (10º) e Ceará (12º) aparecem bem posicionados em investimento.
O IBID foi inspirado no Índice Global de Inovação (IGI), elaborado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI). Na edição de 2024, o Brasil ficou em 50º lugar entre 133 países, atrás apenas de nações latino-americanas como Chile (51º) e México (56º). Apesar do recuo em relação a 2023, quando ocupava a 49ª posição, o país acumula um avanço de 20 colocações desde 2015.







