Não tem nada mais frustrante que comprar uma fruta e, pouco depois, perceber que ela já está escura ou murcha. Mas a boa notícia é que existem truques simples para mantê-las frescas por mais tempo — inclusive o mamão.
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Apesar de não escurecer tão rápido quanto frutas como a banana, o mamão pode se deteriorar se for armazenado na geladeira antes de estar maduro. Outro fator é a proliferação de fungos em ambientes úmidos.
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O mamão é uma fruta muito nutritiva
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O mamão papaia contém vitamina C e outros nutrientes
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As sementes do mamão contêm papaína, uma enzima que ajuda na digestão e reduz a inflamação do intestino
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O chá de folha de mamão oferece benefícios à saúde
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A semente de mamão tem ação vermífuga, conforme ressalta a nutricionista
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Mamão é conhecido por soltar o instestino e é um remédio natural contra intestino preso
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“Abaixo de 7°C, as frutas tendem a amadurecer mais devagar. Então, mantenha a geladeira na temperatura ideal”, recomenda a nutricionista Cibele Santos ao Metrópoles.
A profissional lista outros truques que ajudam a manter o mamão fresco por mais tempo. Confira:
- Armazenamento: quando maduro, guarde na geladeira. Se estiver verde, deixe em temperatura ambiente até amadurecer.
- Corte: se você cortar, envolva a parte exposta com filme plástico e guarde na geladeira. O suco de limão também pode ajudar a prevenir a oxidação.
- Congelamento: pode congelar em pedaços. É ideal para smoothies!
Benefícios do mamão
O mamão é uma fruta que oferece inúmeros benefícios à saúde. Além das altas concentrações de fibras, vitamina C, vitamina A e betacaroteno, tem baixo teor calórico, com 45 calorias a cada 100 gramas.
O consumo diário ajuda a melhorar a digestão, reforçar o sistema de defesa, fortalecer os ossos e facilitar a perda de peso.
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Vigilantes do Peso – O programa existe há mais de 50 anos e estabelece uma quantidade de pontos para cada tipo de alimento e uma meta máxima diária para cada pessoa, que pode criar o próprio cardápio dentro das orientações. Além disso, há o incentivo a atividades físicas e encontros entre os participantes para trocar experiências
Ola Mishchenko/Unsplash
Dieta Vegana A dieta vegana retira qualquer alimento de origem animal do cardápio: nada de manteiga, ovos ou whey protein. Aqui, a alimentação é composta basicamente por frutas, vegetais, folhagens, grãos, sementes, nozes e legumes. Para quem quer perder peso, a dica é aproveitar que a dieta já é considerada mais saudável por evitar gorduras animais e ter menos calorias, e controlar as quantidades de cada refeição
Anna Pelzer/Unsplash
Dieta Volumétrica – Criada pela nutricionista Barbara Rolls, a ideia é diminuir a quantidade de caloria das refeições, mas mantendo o volume de alimentos ingeridos. São usados alimentos integrais, frutas e verduras que proporcionam saciedade e as comidas são divididas pela densidade energética

Dieta Flexitariana – Sugere uma redução de até 70% do consumo de carne, substituindo a proteína animal por vegetais, frutas, sementes, castanhas e cereais. Com o regime, o organismo ficaria mais bem nutrido e funcionaria melhor. É recomendado começar trocando a carne vermelha por frango ou peixe e procurar um nutricionista para acompanhar a necessidade de suplementação de vitamina B12, encontrada em alimentos de origem animal
Dose Juice/Unsplash
Dieta Jenny Craig A dieta é, na verdade, um programa de receitas e algumas refeições prontas, que enfatiza a alimentação saudável e mudança de comportamento. Há acompanhamento de consultores durante todo o processo para garantir que o paciente esteja motivado e informado sobre quantidades e as melhores escolhas. Há um cardápio exclusivo para pessoas com diabetes tipo 2 e um serviço extra de análise de marcadores no DNA para personalizar o tratamento
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Dieta Ornish Criada em 1977 por um professor de medicina da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, o cardápio tem poucas gorduras, carboidratos refinados e proteínas animais. Os alimentos são categorizados em cinco grupos entre o mais saudável e o menos saudável, e é permitido consumir até 59ml de álcool por dia. O programa incentiva também a prática de meditação e ioga, além de exercícios de flexibilidade, resistência e atividades aeróbicas
Amoon Ra/Unsplash
Dieta The Engine 2 Criada para prevenir doenças cardíacas, diabetes, Alzheimer e câncer, é baseada em um cardápio low carb e “forte em plantas”. Segundo Rip Esselstyn, é basicamente uma dieta vegana com um “twist”: aqui não entram óleos vegetais e o objetivo primário não é perder peso, apesar de um aumento na massa muscular ser comum entre os adeptos
iStock
Dieta Mayo Clinic – Publicada em 2017 pelos médicos da Mayo Clinic, um dos hospitais mais reconhecidos dos Estados Unidos, o programa é dividido em duas partes: perca e viva. Na primeira etapa, 15 hábitos são revistos para garantir que o paciente não desista e frutas e vegetais são liberados. Em seguida, aprende-se quantas calorias devem ser ingeridas e onde encontrá-las. Nenhum grupo alimentar está eliminado e tudo funciona com equilíbrio
Rui Silvestre/Unsplash
Dieta Crua Não é novidade, já que foi criada nos anos 1800, mas a dieta inclui, como o nome diz, alimentos que não foram cozidos, processados, irradiados, geneticamente modificados ou expostos a pesticidas ou herbicidas: até 80% do consumo diário deve ser baseado em plantas e nunca ser aquecido acima de 46 graus Celsius.
Marine Dumay/Unsplash
Dieta Dash – A sigla significa, em português, Métodos para Combater a Hipertensão e foca não só em diminuir a quantidade de sódio ingerida, mas em alimentos ricos em proteínas, fibras, potássio, magnésio e cálcio. A dieta tem 20 anos e é reconhecida por várias publicações científicas pela eficiência em reduzir a pressão arterial e controlar o peso
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