Na hora de manter a dieta em dia, é comum surgir a dúvida: o que atrapalha mais o processo de emagrecimento, o açúcar ou o álcool? Embora ambos devam ser consumidos com moderação, as bebidas alcoólicas costumam causar um impacto maior — e, muitas vezes, mais discreto — no ganho de peso.
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Isso porque o álcool é extremamente calórico e praticamente sem valor nutricional. Uma taça de vinho pode ter cerca de 150 calorias, uma lata de cerveja comum ultrapassa 200, e drinques com destilados e misturas açucaradas podem facilmente passar de 300 calorias por copo. O problema se agrava quando o consumo é frequente e vem acompanhado de petiscos calóricos.
O álcool atrapalha o metabolismo, interfere na queima de gordura e ainda estimula o apetite, o que pode levar ao consumo exagerado de alimentos. Além disso, o corpo prioriza a metabolização do álcool antes de qualquer outro nutriente, o que desacelera o processo de emagrecimento.
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Já o açúcar, apesar de ser calórico e contribuir para picos de glicose e compulsão alimentar, é mais fácil de ser controlado quando inserido em pequenas quantidades. Alimentos açucarados também costumam trazer alguma saciedade ou valor energético imediato — o que não ocorre com o álcool.
Outro ponto importante: enquanto o consumo de açúcar costuma ocorrer durante o dia, o álcool geralmente é ingerido à noite, quando o metabolismo está mais lento, potencializando o acúmulo de gordura.
A conclusão desse debate é clara: entre os dois vilões da dieta, o álcool ocupa o topo da lista. E o maior perigo é justamente sua aparência inofensiva. Uma pessoa que bebe socialmente aos finais de semana pode estar ingerindo centenas de calorias extras sem perceber. Fica o alerta!
(*) Juliana Andrade é nutricionista formada pela UnB e pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional. Escreve sobre alimentação, saúde e estilo de vida







