Mudança de rotina, excesso de trabalho, compromissos à noite, telas antes de dormir, pós-feriado. Tudo isso mexe com o sono. Muita gente tenta manter o treino normalmente, mesmo dormindo mal. O problema é que o corpo não “desliga” dessa forma. Quando o sono é ruim, a recuperação falha. A força diminui, o fôlego encurta e a sensação de cansaço se torna constante. Para quem faz atividade física, o sono não é detalhe. Ele é um dos pilares da performance e precisa ser visto como parte do treino.
Sono e recuperação muscular: o reparo que você não vê
Durante o sono, o corpo entra em modo de recuperação. Não é apenas descanso: vários ajustes internos acontecem nesse período. Enquanto você dorme, o organismo libera hormônio do crescimento, reorganiza processos inflamatórios e repara as microlesões que surgem nas fibras musculares durante o exercício. É assim que o músculo se fortalece e se adapta ao esforço. Quando o sono é curto ou muito interrompido, esse ciclo não se completa. A consequência é clara: dor que demora mais para passar, sensação de peso nas pernas e nos braços e menor disposição para o treino seguinte. Com o tempo, a falta de sono favorece lesões e trava a evolução dos resultados.
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