Se o tema em questão é a produção de colágeno e sua relação com a alimentação, muita gente logo pensa em carnes e derivados animais, como caldo de ossos. Mas existem diversos alimentos de origem vegetal que ajudam na produção dessa proteína. Até mesmo uma fruta pode colaborar nesse sentido: a acerola.
Riquíssima em vitamina C, a frutinha de cor alaranjada pode até ser pequena no tamanho, porém, se torna gigante se avaliada do ponto de vista do bem-estar e saúde.

“Ela pode conter até 40 vezes mais vitamina C do que a laranja. Esse nutriente é indispensável porque participa da síntese natural de colágeno no corpo, proteína que dá sustentação à pele, ajuda na cicatrização e mantém ossos e articulações saudáveis”, diz Juliana Andrade, nutricionista do Metrópoles, à editoria de Vida&Estilo.
O ideal, como ensina a expert, é comer a acerola pura. No entanto, você também pode colocá-la na rotina por meio de suco, smothies, geleias (prefira opções adoçadas naturalmente), e até em sobremesas. O bom é que, congelada, ela não perde as propriedades e pode ajudar a dar o aporte necessário à síntese de colágeno.
“Embora suplementos possam ter seu papel em casos específicos, investir em uma alimentação variada e rica em frutas frescas continua sendo a forma mais prática, acessível e natural de cuidar do colágeno e da saúde como um todo”, salienta Juliana.

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Com a chegada do mês de dezembro, não é raro encontrar pessoas interessadas em perder peso e melhorar os marcadores de saúde. Você sabia que existe uma fruta, comum nos lares brasileiros, que ajuda não apenas na perda de peso, como também no controle da gordura no fígado? Trata-se da maçã.
Prática, fácil de levar para qualquer lugar e perfeita para uma série de receitas, a frutinha de cor vermelha ostenta propriedades maravilhosas se a ideia é manter o corpo em dia, de dentro para fora.
“Uma forma simples e eficaz de colaborar com a recuperação do fígado é apostar em frutas de baixo valor calórico e ricas em fibras, antioxidantes e pouco açúcar livre. Entre elas, a maçã: consumir maçãs com frequência está associado a menor risco de esteatose hepática”, ensina Juliana Andrade.

Conforme explica a expert, formada pela Universidade de Brasília (UnB), isso acontece devido à presença de pectina. Apesar do nome “complicado”, consiste em uma fibra solúvel que ajuda a “limpar” gorduras e toxinas.
“Além da maçã, outras frutas como o grapefruit (toranja) e pequenas frutas vermelhas (como amoras e mirtilo) também apresentam compostos que favorecem a saúde hepática: a toranja contém naringenina, que estimula enzimas de queima de gordura, e os frutos vermelhos têm antocianinas poderosas que reduzem o estresse oxidativo no fígado”, prossegue Juliana.
Assim como a acerola, a maçã pode ser consumida in natura ou na composição de sucos e vitaminas. Dá, até, para fazer saladas de frutas e receitas do bolo saudáveis com o ingrediente. Outra maneira de por na dieta é por meio de saladas, como uma versão clássica que leva a fruta cortada finamente acompanhada de folhas verdes, nozes e gorgonzola.
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Um estudo publicado recentemente no ABC Cardiol, uma publicação mensal da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), mostrou o papel da dieta do jejum intermitente associado à dieta low carb na prevenção de risco cardiovascular e no tratamento de pessoas com pré-diabetes.
O trabalho acompanhou aproximadamente 500 pessoas durante dois anos, que foram divididas em dois grupos.
O primeiro se submeteu a um jejum de 16 horas, de três a quatro vezes por semana, aliado a uma dieta low carb, com menos de 130 gramas de carboidratos por dia. Já no segundo, considerado grupo de controle, as pessoas puderam manter seu padrão de dieta habitual.
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