O cantor Eduardo Costa voltou a falar abertamente sobre um tema que tem preocupado cada vez mais profissionais de saúde: o uso exagerado de anabolizantes. O sertanejo confessou que enfrentou diversas consequências após anos de consumo de substâncias para ganho de massa muscular e definição estética.
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“Eu paguei e pago muito caro até hoje”, afirmou Eduardo. A fala repercutiu rapidamente e trouxe à tona os riscos, muitas vezes silenciosos, do uso indiscriminado desses hormônios.
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Cantor Eduardo Costa
Reprodução/Instagram/@eduardocosta
Cantor Erick Lins acusa produtor de Eduardo Costa de agressão
Instagram/Reprodução
Eduardo Costa e Mariana Polastreli
Reprodução/Redes sociais.
Eduardo Costa e a esposa Mariana Polastreli
Reprodução/Instagram
Eduardo Costa
Reprodução
Riscos que vão além da estética
O caso do sertanejo ilustra um cenário cada vez mais comum. O consumo de esteroides anabolizantes cresceu nos últimos anos, impulsionado por pressões estéticas e pela busca por resultados rápidos na academia.
Entre os efeitos colaterais mais conhecidos estão:
- Disfunções hormonais;
- Aumento do risco cardiovascular;
- Alterações no fígado;
- Queda de libido;
- Infertilidade;
- Ansiedade, irritabilidade e mudanças de humor;
- Acne e queda de cabelo.
Mesmo quando utilizados por curtos períodos, esses hormônios podem deixar marcas de longo prazo.

Por que tanta gente recorre aos anabolizantes?
A influência das redes sociais, a cultura da performance e a comparação constante com corpos hiperdefinidos são os prováveis fatores centrais.
Além disso, muitos usuários começam com doses pequenas, mas acabam escalando o uso na tentativa de manter resultados rápidos, aumentando o risco de danos permanentes.
Arrependimento que inspira alerta
Ao compartilhar sua experiência, Eduardo Costa reforça que não quer transformar o discurso em tabu, e sim em alerta. Seu depoimento mostra que o abuso de anabolizantes não é apenas uma questão de vaidade, mas de saúde física e emocional.
A fala do cantor reacende um tema urgente: a necessidade de mais informação acessível sobre riscos e alternativas seguras para quem busca melhorar a composição corporal.
Profissionais de saúde lembram que mudanças estruturais, como treino bem orientado, alimentação adequada e, quando indicado, suplementação, continuam sendo as estratégias mais seguras e sustentáveis.
(*) Juliana Andrade é nutricionista formada pela UnB e pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional. Escreve sobre alimentação, saúde e estilo de vida







