O músico baiano André That Hora levantou em suas redes sociais um debate referente a um caso que aconteceu com o artista na última quinta-feira (27) e que tem gerado repercussão: A dificuldade de assistir a um filme tranquilamente nos cinemas de Salvador.
De acordo com o músico, em um vídeo compartilhado no seu Instagram, a experiência de ir assistir a filmes no cinema vem sendo prejudicada pelo mau comportamento do público. Com conversas paralelas, uso de celulares e desrespeito. “Velho, eu tô cheio de ódio, aqui em Salvador não tem como assistir mais um filme em paz. Eu fui a uma sessão de terror +18, todo mundo adulto, e a galera conversava como se estivesse em um bar. Cheguei a pedir silêncio, os caras pararam, mas logo começaram de novo. Pô, eu pago ingresso e não consigo assistir em silêncio.”
André também alertou para a possibilidade de, em algum momento, a situação ficar fora de controle: “Só vai acabar quando acontecer tragédia, quando alguém perder a cabeça. O meu dinheiro e o meu tempo valem tanto quanto o de qualquer um. Falta consciência, falta respeito”, disse o músico.
Nos comentários, internautas compartilharam da mesma frustração, vividas em diferentes salas da cidade. Também comparando a situação à vivência de uma mesa de bar. “Fui duas vezes no Glauber esse mês, e não tem condição. A galera conversa como se estivesse numa mesa de bar e ainda usa o celular com a luz no máximo”.
Outros seguidores ainda comentaram em apoio ao retorno de “lanterninhas”, profissional que era designado a monitorar o comportamento do público durante as sessões.
Com a movimentação da temática nas redes, o debate sobre a educação de como se comportar em espaços públicos de lazer foi reacendido, o que coloca em pauta também a necessidade de uma fiscalização mais assertiva. Para que o papel de diversão e entretenimento não dê lugar ao estresse e frustração.







