Dieta da longevidade: o que comer e o que evitar para viver mais

Quem não deseja alcançar – ou mesmo ultrapassar – a marca dos 100 anos de vida? Diante de uma população cada vez mais ativa, produtiva e preocupada com a tal longevidade, buscar estratégias que garantam bem-estar físico e emocional é essencial. Uma delas, e talvez uma das mais importantes, está relacionada ao que vai ou não ao prato.

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Segundo a nutricionista Cibele Santos, a alimentação tem um impacto direto na saúde emocional e mental com o passar da idade. “Uma dieta equilibrada, rica em nutrientes, pode estimular a produção de neurotransmissores como a serotonina, que influencia o humor, o sono e até o apetite. Isso ajuda a reduzir o risco de depressão, ansiedade e problemas cognitivos”, afirma.

Frutas, legumes, verduras e grãos integrais são aliados fundamentais para garantir energia, saúde intestinal e prevenir doenças crônicas. Já alimentos como peixes, nozes e sementes são fontes importantes de gorduras saudáveis e ômega 3, substância que contribui para a memória e a saúde cerebral, além de ajudar a evitar o Alzheimer.

8 imagensUm estudo feito por pesquisadores da Universidade de Tohoku, no Japão, mostra que entre 30 e 60 minutos de exercícios de fortalecimento muscular por semana é o suficienteDe acordo com os resultados da pesquisa, o risco de morte prematura entre as pessoas que se movimentam é entre 10% e 17% menor do que o verificado em pessoas sedentáriasExercícios que utilizam o peso do próprio corpo, como a musculação e a prática de esportes, são algumas das recomendações. Além disso, atividades como Tai chi e ioga são indicadas para fortalecer ossos e músculosManter o corpo ativo ajuda ainda a melhorar resultados da menopausa, de períodos pós-operatório e pode ajudar a prevenir fraturas nos ossos, por exemplo. Além disso, auxilia no aumento da energia, e melhora o humor e o sonoSegundo especialistas, pessoas que se exercitam por, ao menos, meia hora na semana demonstram redução do risco de morte, doenças cardíacas e câncer. Uma hora semanal de atividades de fortalecimento muscular também foi relacionada à diminuição do risco de diabetesFechar modal.1 de 8

Exercícios que fortalecem os ossos e os músculos são essenciais para evitar doenças e demais problemas de saúde. Além de melhorar o equilíbrio, exercitar-se ao menos duas vezes por semana é um dos segredos para prolongar a expectativa de vida e envelhecer melhor

Mike Harrington/ Getty Images2 de 8

Um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Tohoku, no Japão, mostra que entre 30 e 60 minutos de exercícios de fortalecimento muscular por semana é o suficiente

Hinterhaus Productions/ Getty Images3 de 8

De acordo com os resultados da pesquisa, o risco de morte prematura entre as pessoas que se movimentam é entre 10% e 17% menor do que o verificado em pessoas sedentárias

Catherine Falls Commercial/ Getty Images4 de 8

Exercícios que utilizam o peso do próprio corpo, como a musculação e a prática de esportes, são algumas das recomendações. Além disso, atividades como Tai chi e ioga são indicadas para fortalecer ossos e músculos

Nisian Hughes/ Getty Images5 de 8

Manter o corpo ativo ajuda ainda a melhorar resultados da menopausa, de períodos pós-operatório e pode ajudar a prevenir fraturas nos ossos, por exemplo. Além disso, auxilia no aumento da energia, e melhora o humor e o sono

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Segundo especialistas, pessoas que se exercitam por, ao menos, meia hora na semana demonstram redução do risco de morte, doenças cardíacas e câncer. Uma hora semanal de atividades de fortalecimento muscular também foi relacionada à diminuição do risco de diabetes

Tom Werner/ Getty Images7 de 8

A massa muscular e óssea do corpo humano atinge o pico antes dos 30 anos. A partir dessa idade, começa um decaimento natural, ou seja, indivíduos que começam a se exercitar na juventude terão aumento da força óssea e muscular ao longo da vida

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Pessoas que se exercitam depois dos 30 anos reduzem a queda natural do corpo, conseguem preservar a força óssea e muscular e vivem muito melhor

Justin Paget/ Getty Images

 

A nutricionista reforça que a alimentação, sobretudo com o passar da idade, deve ser planejada com atenção. “Além de ajudar na prevenção de doenças como diabetes e problemas cardíacos, uma boa dieta melhora o humor, aumenta a disposição e fortalece o sistema imunológico. Isso tudo influencia diretamente na qualidade de vida e na sensação de felicidade do idoso”, explica.

Laticínios com baixo teor de gordura, ovos e alimentos ricos em vitamina D completam o cardápio da longevidade e do bem-estar. Quando o intestino funciona bem, o corpo responde melhor, inclusive no aspecto emocional. “A saúde intestinal tem relação direta com o equilíbrio emocional, então uma alimentação rica em fibras e probióticos é essencial”, destaca a nutricionista.

 

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